Uma surra antes do casamento. Um terrível rito da tribo Hamer da Etiópia!

Desde que somos crianças, a muitos nos dizem que as meninas são o sexo frágil. Dizem que devemos protege-las, cuida-las, e acaricia-las. Por isso nenhum homem respeitável poderia se chamar de homem se golpeasse a uma mulher. E assim penso até hoje, quando fiquei sabendo de uma das tradições da tribo Hamer da Etiópia.

Neste artigo, a equipe de “CURIOSO” decidiu falar sobre um estranho ritual que tem esta tribo pela qual todas as moças precisam passar. O que nos parece muito estranho, pois nossa cultura é totalmente diferente, é que as moças e mulheres querem participar deste rito, mesmo que isso implique suportar uma dor terrível…

Em primeiro lugar é importante senhalar que na tribo Hamer se pratica a poligamia, mesmo que de uma maneira especial. Uma mulher é necessária só para dar luz às crianças. Quando ela não pode mais cumprir essa função, seu marido se casa de novo. Ao mesmo tempo, a mulher velha nunca tomará a nova mulher como oponente, mas sim uma liberadora de seu dever de dar a luz a novos filhos.

Antes do casamanto, o homem tem que passar por um rito de iniciação. Várias vacas são colocadas em linha e o jovem tem que correr sobre as costas. Ao repetir esse truque sete vezes seguidas, significa que o homem demonstrou toda sua força e agilidade.

Mas antes de começar a correr sobre as costas das vacas, o homem tem que chicotear sua futura pretendente, que se deixará de boa vontade. Se acredita que quanto maior seja a dor que ela sinta durante o rito, mais feliz será sua futura vida matrimonial.

Curiosamente, as moças que tem direito de participar nesta ceremonia só o podem fazer depois que um de seus irmãos alcance a maturidade. Se a familia não tem filhos (difícil acontecer), as moças passarão a vida inteira a sós, até o fim.

Os homens golpeiam com força as moças e a prova só acaba quando a futura esposa cai no chão, esgotada pela dor. Então passam por um longo período de cura com compressas de argila…

Existem ritos parecidos em outras tribos. Talvez nunca consigamos entender por completo. Se esta matéria te interessou, conte a todos seus amigos através das redes sociais.

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