Ela foi internada como grávida… mas quando acordou, QUE SURPRESA!

Com certeza, toda mamãe lembra o momento do nascimento do seu filho. A heroína de nossa história de hoje não teve tanta sorte. Colwyn Jolene sofreu ma hemorragia cerebral massiva durante a gravidez. Quando ela despertou, seu filho já tinha nascido. As possibilidades dela ter retornado do coma eram pouquíssimas, apenas 10%. Sua bebê, Maya, estava em seu útero e teve complicações duas vezes, mas sobreviveu.

Depois de tudo, Colwyn confessou: “É um milagre que nós duas estamos vivas!”

 

“Quando eu acordei, senti intuitivamente que a bebê já tinha nascido e que tudo estava bem. Quando aproximaram a Maya de mim, fiquei super feliz.” – se lembra Jolene.

Durante a gravidez, a mulher nunca se queixou de nenhum tipo de problema de saúde, até a semana 23 quando ela sentiu uma dor muito forte na cabeça. Ela conseguiu ligar para seu esposo Matt e depois perdeu a consciência.

 

 

Quando a ambulância chegou os doutores analisaram a paciente e souberam que ela precisava de uma cirurgia urgente. A família já se preparava para o pior, visto que o doutor disse que durante a cirurgia ela poderia morrer.

 

 

Os médicos que fizeram a cirurgia relembram: “Nós temíamos que a pressão no cérebro causasse algo ao feto, e por isso controlamos isso todo o tempo.”

O esposo, Matt conta: “Eu lembro muito bem esse dia, quando o médico se aproximou e disse: ‘Fizemos a operação de forma rápida e, pra ser honesto, eu não conheço ninguém que tenha sobrevivido a isso.’ Esse foi um dos piores momentos da minha vida. Eu já estava me preparando para perder minha esposa e minha filha.”

 

 

A operação foi um sucesso, e as condições de Colwyn se estabilizaram, embora ela continuasse em coma. Os médicos só não sabiam ainda se o bebê nasceria bem. Durante as seguintes semanas, notaram que a bebê se movia dentro do útero e com certa frequencia.

A avó conta: “Colwyn estava sentindo sua bebê.” Na 29º semana, sua filha Maya nasceu graças a uma cirurgia. A menina nasceu tão fraca que durante os primeiros dias esteve em uma incubadora especial. O pai relembra que a recém-nascida cabia na palma da sua mão. 7 semanas depois a mulher começou a dar seus primeiros sinais de vida. Depois ela começou avoltar a si, e enfim conheceu sua filha.

 

 

Colwyn conta: “Para alguns isso pode parecer estranho, mas eu sempre soube que ela estava bem e não conseguiria imaginar minha vida sem Maya. Mesmo durante o coma, é como se eu sempre soubesse que ela estava bem.” Agora a menina já tem um ano e sua mãe aprender novamente a caminhar e falar, embora a debilidade muscular ainda a afete.

Os doutores confessam que tudo foi um milagre porque um parto como esse, e a cirurgia são coisas muito perigosas. De qualquer forma, Colwyn tem agora mais motivos para viver, e o mais importante de todos é a sua filha.

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